Mês Vocacional termina com homenagem aos catequistas

 


A Igreja Católica no Brasil promove todos os anos, em agosto, o Mês Vocacional. Durante os cinco domingos somos lembrados das vocações ao sacerdócio, a vida familiar, a vida religiosa consagrada, a laical e aos catequistas.

 

Para não passar em branco e respeitando as normas contra a disseminação da Covid-19, um vídeo de 1m59s (Veja no final da página) com respostas de vários catequistas sobre ‘’Ser catequista...’’ foi preparado pelo coordenador da Pastoral da Catequese na Matriz, Lucas Oliveira, e nas celebrações, os padres deram bênçãos sem a necessidade das pessoas saírem dos bancos. 

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‘’Ser catequista é fazer ecoar a mensagem de Cristo a todos os povos. É experimentar a alegria do Evangelho e compartilhá-la com os irmãos’’, diz Lucas Oliveira.

 

São aproximadamente 300 catequistas em nossa Paróquia, entre Matriz e capelas da cidade e interior. Assim como no ensino regular, os encontros da catequese também sofrem com a pandemia. As atividades são repassadas para os alunos realizarem cada um em sua casa.

 

A catequista Edineia Plem Szeremeta, que está há 30 anos trabalhando na educação religiosa, comenta sobre seu chamado. "A vocação a qual me senti chamada, desde muito cedo, foi a de catequista. Aos 13 anos, já com o desejo de fazer ecoar a Palavra de Deus, iniciei como catequista na Capela São José, bairro Cruzeiro. Desde então, sou catequista e coordenei a catequese da Matriz e a paroquial. A cada novo ano sinto o desejo de servir, apesar das dificuldades que o leigo encontra em conciliar, família, trabalho e pastoral. A confirmação do chamado de Deus sempre se fez presente em minha vida pela Sua Palavra’’, fala ela.


Leigos e Vida Consagrada

No quarto domingo do mês, a Igreja celebra as vocações leigas, pessoas que colaboraram na evangelização e não receberam a Sagrada Ordenação nem fizeram votos públicos dos conselhos evangélicos.

O terceiro domingo do mês de agosto foi a vocação à vida consagrada. Homens e mulheres que se dispõem na doação total à missão de levar à Palavra de Deus.

 

Em Reserva, por exemplo, a vida consagrada é logo associada ao trabalho das Irmãs Vicentinas da Congregação Filhas da Caridade, que cuidam do Colégio Vicentina Santa Helena, do ensino infantil. Há também as irmãs do rito ucraniano que desempenham papel social junto à Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

 

Em muitos casos a vocação tem que contornar a contrariedade da família. ‘’Eu fui ser irmã contra a vontade de meus irmãos e de minha mãe. Meu pai me apoiava um pouco. Tive muitas dificuldades no começo pela não aceitação de minha mãe, achava que tinha que ficar em casa. Enfim eles não entendiam. Só depois que fiz os votos entenderam minha vocação à comunidade. Depois eles [parentes] disseram que eu era ‘’para-raios’’ da família’’, conta a Irmã Iris, com 58 anos de vida religiosa.

 

"As irmãs são continuadoras da missão de Nossa Senhora. Fazendo um trabalho simples, humilde, acolhedor para atender as crianças, jovens, com trabalho que Deus nos deu como carisma, o dom de Deus. Eu posso dizer com toda sinceridade, a vocação é um dom de Deus, mas ela precisa ser aceitada, e só conseguimos aceitar através da oração", diz Irmã Helena. 

 

Pais e Padres

O primeiro domingo do mês é reservado aos sacerdotes, pela proximidade do dia de São João Maria Vianney, padroeiro dos sacerdotes, em 4 de agosto. Você pode acompanhar os testemunhos vocacionais dos nossos três padres. E no segundo domingo, o dos pais e começo da Semana Nacional da Família, ideia proposta pela CNBB, que contou com transmissões diárias.

 

O mês de setembro é dedicado à Palavra de Deus na Bíblia Sagrada.


Colaborou Kelly Berger.


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